Durex Baby

A marca Durex sempre inova nas propagandas de suas camisinhas. A mais nova delas é um aplicativo para iPhone que “funciona” baseado em bluetooth. Quando você aproxima dois iPhones, automaticamente você criará um bebê virtual. Para esse aplicativo existe um outro que “protege”. Se explicar demais, perde a graça. Entenda melhor assistindo o vídeo abaixo:

Durex Baby from Peter Ammentorp on Vimeo.

Achei engraçadíssimo! Mas imagina, se você não tem nem um filho real, imagina ficar acordando no meio da madrugada para cuidar de um filho no celular?

Postado por Lígia Coelho /@liihxcoelho

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New Bettle e VT = Tudo a ver!

Hoje estava passeando pelo twitter, e me deparei com um tweet da minha amiga @MariCPrado falando que estava se divertindo no site do New Bettle (sim, aquele fusca que todas as meninas são apaixonadas, e eu me incluo na lista!). Eu sou estudante de Publicidade e Propaganda, a curiosidade corre nas minhas veias no lugar de sangue, corri abrir a página.

O site está sensacional! Todo mundo sabe, que o New Bettle é uma, digamos que ‘releitura’ do Fusca, ou seja, uma adaptação daquilo que é antigo! E a Volkswagen atingiu em cheio nessa adaptação. Contradizendo tudo o que há de moderno em video-games, rádios, telefonia e entre outros itens, ela mostrou a nós, itens antigos com a qual todos vivemos. Quem nunca viu o telefone de discar quase 360° os números? E a máquina de escrever para enviar cartas? Dê uma olhada em algumas imagens do site.

A abertura do site já apela para pessoas mais velhas, falando que é um carro cheio de história.

E o vídeo game analógico? Jogar bolinha era sensacional!

E quem não chegou a ter seu quarto inteiro estrelado?

A sacada da VW foi muito boa! Apelar ao antigo, para mostrar que as inovações e ‘releituras’ são tão boas quanto para mostrar o quão bom é o New Bettle! Eu achei sensacional, entre no site do carro e se divirta!
Fala se não é uma Velha Tecnologia muito boa essa?

Postado por Lígia Coelho /@liihxcoelho

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Ética Hacker.

HACKERS E ÉTICA ANDAM JUNTOS!

Hackers são pessoas que entendem bem tanto de informática quanto de qualquer outra área e geralmente têm pouca atividade social; os hackers seriam as pessoas que criaram a Internet, fizeram do sistema operacional Unix o que ele é hoje, mantêm a Usenet, fazem a World Wide Web funcionar, e mantém a cultura de desenvolvimento livre conhecida atualmente. É comum o uso da palavra hacker fora do contexto eletrônico/computacional, sendo utilizada para definir não somente as pessoas ligadas a informática, mas sim os especialistas que praticam o hacking em diversas áreas.
São pessoas com conhecimento avançado e que conseguem resolver problemas de uma forma diferente das outras pessoas; possuem um profundo conhecimento de redes e programas; elaboram e modificam softwares e hardwares, eles geralmente são de classe média ou alta, com idade de 12 a 28 anos. Os hackers são muito mal vistos pela sociedade, sempre são assimilados a invasores de computador, a vírus e coisas ruins, mas existem também os hackers que seguem uma ética profissional.
Diferentemente de qualquer outra profissão ou atividade, alguns hackers são muito ligados á ética. Utilizam uma parte significativa do seu tempo documentando e compartilhando a forma como conseguiram vencer um desafio e, dessa forma, permitem que outras pessoas possam aprender com suas descobertas. Os hackers combinam entre eles de compartilhar as informações acumuladas ao longo de suas experiências, portante seu conhecimento é sempre ampliado com a ajuda dos colegas de profissão. É importante lembrar que existe toda uma cultura por trás desse sentido da palavra hacker. A Cultura hacker define diversos pontos para estilo e atitude e, por mais que pareça estranho, muitas das pessoas que se tornam os chamados programadores extraordionários possuem esse estilo e atitude naturalmente e casual. Há uma divisão neste mundo, que divide essas pessoas com alto conhecimento tanto na informática quanto em outras áreas em hackers e crackers, os hackers somente constróem coisas para o bem e os crackers destróem, e quando constróem, fazem somente para fins pessoais, e esses crackers é que constroem a fama de mals, de invasores, que acaba influenciando na carreira dos hackers, que usam seu conhecimento apenas para o bem.
 Enfim, todos deveriam aprender um pouco com os hackers e compartilhar seus conhecimentos, deixando de lado a falta de ética que polui tanto nossa sociedade!

Postado por Maria Luiza

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Jornalismo Colaborativo

O jornalismo Colaborativo( conhecido também como Jornalismo cidadão, Open source, participativo..) é o jornalismo formado a partir de idéias de gente sem formação jornalística com a união de vídeos, imagens, sons e textos.
Uma redação feita pelo noticiário sul-coreano OhmyNews foi quem iniciou essa prática, abrindo uma oportunidade de redatores de Seul de unir informações do mundo todo, e após essa união a imprensa transformaria algo cotidiano em fato jornalístico.
Esse tipo de jornalismo vem sendo adotado por inúmeros meios de comunicação de variados países como Chile, Estados Unidos, França, Itália, entre outros. Também há os que estão iniciando a práticas muito parecidas como Sri Lanka, Nova Zelândia, Iraque, Filipinas e Israel. O Brasil também abriu espaço para o jornal onde apenas o jornalista é o emissor e o público apenas o receptor da mensagem; como exemplo podemos citar os programas que possuem grande credibilidade das informações passadas para o público,como ‘’Eu repórter’’ da Globo, ‘’Você repórter’’ do Terra, ‘’Minha notícia’’ do Ig, ‘’VcnoG1’’do G1.
O conteúdo de do jonalismo colaborativo é muito abrangente, por isso jornalistas tem a necessidade de tomar certo cuidado com o modo que é publicada a notícia, mas sempre mantendo sua veracidade.Apesar disso, o jornalismo colaborativo apresenta alguns problemas, como a falta de credibilidade dada por outros internautas por não ter sido produzido por um profissional da área, muitas vezes perdendo informações úteis pela falta de confiança.
Para esse tipo de preconceito da origem da informação, o jornalismo colaborativo tem a iniciativa de transmitir informações de interesse do público que possua maior conhecimento de mundo e informações de interesse direcionadas para um público que possuem um conhecimento de mundo mais limitado, necessitando de um maior cuidado; havendo assim benefícios sociais generalizado e adquirindo maior confiança dos internautas.

Postado por Julia Yuka/ @JuliaYuka

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É bem melhor trabalhar se divertindo!


Os jogos online é uma transformação da nova internet, a internet 3D em que o usuário ao invés de se limitar a uma superfície na qual a interface é bidimensional, há a possibilidade de entrar e se ver dentro da internet, através de uma representação gráfica. Na qual, há uma nova plataforma na comunicação que é o entendimento da interação de grupos sociais.
Para muitos os jogos, são apenas diversão, diante da globalização as tecnologias servem para uma interação. A grande diferença na pratica é para o mundo dos negócios cada vez mais as agencias publicitárias tem sido procuradas por grandes marcas para desenvolver projetos de marketing dentro do universo virtual.
As grandes marcas hoje elas não procuram dinheiro, elas procuram mostrar ao usuário que também estão dentro do mesmo universo, como no jogo Second Life, que há duas categorias diferentes investindo nesse universo, que de um lado que é as empresas preocupadas em vincular suas marcas as tecnologias de ultima geração, do outro lado possui Avatares (usuários) que antes de tudo são consumidores em potencial.
O Second Life, por ter sua moeda própria ( Lindem, L$ ) equivalente a R$ 1,00 = L$ 160, ele é responsável pela maior economia virtual do mundo, ele movimenta cerca de US$75 milhões por mês, contudo há milhões de pessoas investindo nesse mundo virtual, encarando como um trabalho, desenvolvendo utensílios para comercializar e como na vida real, ter seu lucro como o brasileiro Sylvio Runo, que criou o primeiro sistema de televisão no Second Life, cujo o preço inicial por aparelho é de L$ 500 (aproximadamente R$4,00), mas tratando de um dos itens mais vendidos estima se pelo menos 50.000 TV’s.
Há também o jogo Tíbia On-Line, World of Warcraft e EverQuest II conhecido como um MMORPGs que assim como na vida real há bens virtuais onde o ouro virtual é usado para comprar itens, como armaduras e habilidades, para adquirir estes itens, os jogadores tem que passar por tarefas longas.
Pensando nisso para acelerar este processo de aperfeiçoamento do jogador, conhecido como “uppar” seu personagem ou seja passar rapidamente de nível, as empresas que contratam jogadores para conseguir armamento e vender estes para jogadores comuns, envolvendo um comercio virtual real. Existem cerca de 60 a 100 mil empresas especializadas neste segmento, que disputam espaços num mercado de 8 a 12 milhões de clientes em todo o mundo (pessoas que compram itens virtuais e moedas virtuais).
Hoje em dia os jogos não são apenas uma forma de entretenimento nos olhos de empresas ou pessoas com desenvoltura a criar seu próprio negocio, as tecnologias são abrangências do mundo, onde um individuo pode crescer economicamente, até mesmo num mundo irreal trazendo frutos para o mundo real.
Abaixo há dois vídeos, onde você pode conhecer mais sobre o universo do Second Life, e o Universo das grandes empresas em games online.

Postado por Amanda Marson/ @MandinhaMarson

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RJ/Brasil não é digno à Maçã!

A notícia não é tão nova assim, mas aposto que poucas pessoas ficaram sabendo dela! Eu por exemplo, acabei de descobrir!
Washington Fajardo, da secretaria de Patrimônio do Rio de Janeiro, convidou nada mais nada mesmo, que Steve Jobs, para abrir a primeira Apple Store no Brasil! Temos as Apple Shops dentro das lojas FNAC, e até mesmo, as Apple Store no iTunes, disponível para o Brasil já, imagina quão legal seria uma APPLE STORE, store, física mesmo, no nosso querido Brasilsão? E aí, façam suas apostas, qual foi a resposta do CEO da Apple para abrir a loja, na zona portuária do Rio de Janeiro? Ganhou o direito de comentar e divulgar o Velhas Tecnologias quem respondeu por ‘NÃO‘!

Mas por quê o Steve recusou esse negócio tão… lucrativo, talvez?
Alguém aqui já importou algum produto dos EUA e/ou qualquer outra parte do mundo? Quem já fez isso, passou de US$50,00 e teve a sorte grande, precisou ir pagar uma taxa de importação de 60% em cima do valor do produto, com o frete, nos Correios, para retirar o produto. Agora pensem, vocês conhecem algum produto da Apple, que custe menos de US$50? O iPod Shuffle, de 2GB custa $59! Dá pra imaginar o quão caro seria os produtos? Claro que dá, Apple Shops nas FNAC’s estão aí para isso. Para entrar, desejar, ver o preço e chorar! (Pode ser que eu não chore, mas eu saio de lá passando vontade, com certeza!)

Eis a seguinte explicação dada pelo S.J.:
“Não podemos nem exportar os nossos produtos com a política maluca de taxação superalta do Brasil. Isso faz com que seja muito pouco atraente investir no país. Muitas companhias high tech se sentem assim.” Então, futuro presidente… Ou presidenta. O recado está dado, não? ;)

Veja a nota que saiu no jornal “O Globo”, o maior do Rio de Janeiro, e de circulação nacional:

Como entendedora, apreciadora e grande fã da chamada Cidade Maravilhosa, não posso deixar de comentar uma coisa. Zona Portuária? Tá falando sério? Quem já viu a Apple Store de NYC?

Apple NYC

Apple NYC

A loja fica aberta 24 horas por dia, sete dias por semana só na 5a. avenida, em Midtown! Por que trazer uma loja de mesmo nível, para a Zona Portuária do RJ?

Tem o Santos Dumont, um belo aeroporto encostado com a zona, mas… Sinceramente, não seria nada seguro uma loja lá. Que tal, não sei… Avenida Paulista em São Paulo? Verdade, ainda temos o problema da taxa de importação. É a vida, adeus Steve Jobs!

Postado por Lígia Coelho /@liihxcoelho

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I blog, you blog, WE BLOG

Blogs são também conhecidos como os famosos diários, mas na internet e em um local onde todo mundo pode ler. Ele pode ter qualquer tipo de conteúdo e material e também qualquer pessoa pode publicar um artigo lá, e o melhor, não precisamos saber nada de construção de sites, as hospedagens grátis faz todo o trabalho sujo e chato para nós!

Mas da onde que isso surgiu?
Weblog, palavra da onde nasceu a abreviação ‘blog’, surgiu em dezembro de 1997, por Jorn Barger. Um pouco depois, Peter Merholz, desmembrou a palavra ‘weblog’ para ‘we blog’, do inglês ‘nós blogamos’. O termo ficou tão popular, que surgiu da palavra verbos, substantivos. Temos os blogueiros, aqueles que mantêm um blog no ar e atualizam frequentemente e até o verbo ‘blogar’, que é o ato de escrever e publicar uma postagem de blog.

Como ele se popularizou?
Os blogs se popularizaram por causa dos permalinks. Por causa deles, cada postagem teria seu endereço próprio e de fácil acesso. Em seguida, os hackers criaram programas que deixavam possível que os leitores dos blogs comentassem, item até então não oferecido pelos sistemas de publicação. Comentar em blogs mostrou democratização na publicação, e cada um dava sua opinião a respeito do assunto.

No fim da década de 90, era estimado que existia na World Wide Web, menos de 50 blogs. No final do ano 2000, já se estimava pouco mais de milhares. Hoje, existem mais de 112 milhões de blogs e aproximadamente 120 mil são criados diariamente.

Os blogs, se bem escritos, com conteúdo interessante, visual interessante e até com possibilidades para comentários e discussões, possuam um grande número de visitantes diários e chegam a se tornar famosos a ponto de ser recomendados por amigos, por exemplo.


Just Lia – Blog com conteúdo feminino


Não Intendo – Conteúdo humorístico


Marcelo Tas – Humor, crônicas e críticas

Para saber mais sobre blogs assista ao vídeo:

Você pode fazer o seu próprio blog grátis no WordPress.com ou no Blogspot. (servidores mais utilizados com hospedagem grátis)

Postado por Lígia Coelho /@liihxcoelho

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